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Ricardo Almeida cria nova marca com os filhos e negocia venda de 20% de sua empresa

Estilista revelou seus planos com exclusividade para a jornalista Sonia Racy, no programa Show Business

Equipe InfoMoney

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A jornalista Sonia Racy, apresentadora do Show Business, entrevistou o estilista Ricardo Almeida para o programa que vai ao ar neste domingo (1/7). No encontro, o empresário fez duas revelações: vai vender parte do negócio para um sócio investidor e lançar com os filhos a marca RA2. “Pretendo vender no máximo 20%, pois é a fatia ideal. Preciso manter o controle para preservar o DNA da minha marca”, afirmou. A ideia é ter alguém para ajudá-lo na administração. “Quero ficar livre para me dedicar somente à criação. Minha mente está criando a todo momento”, disse. A dinastia Almeida deve permanecer no mundo da moda, pois seus filhos Ricardo e Arthur lançarão a RA2, com uma proposta de roupas mais despojadas e casuais, contou o estilista, com exclusividade, à apresentadora.

Além de falar sobre a experiência de ter feito os ternos de toda delegação brasileira para a Copa do Mundo 2018, na Rússia, Almeida diz não se definir como estilista. “Sou um especialista em fazer moldes de roupas, dou equilíbrio a elas”. Proprietário da marca de moda que leva seu nome, Almeida começou o negócio em 1991, “quando quase ninguém no mundo fazia roupa sob medida”. Hoje são 24 lojas próprias e 120 multimarcas espalhadas pelo Brasil, um conjunto fabril de 8 mil m² e pouco mais de 800 funcionários. A previsão para 2018 é faturar algo em torno de R$ 160 milhões. Almeida disse que até 2015 seu negócio dobrava de tamanho a cada dois anos. Em 2009, a marca tinha apenas duas lojas.

Celebrado como um dos maiores especialistas em moda masculina, cuja clientela inclui presidentes, grandes empresários, ídolos do esporte e xeiques, Almeida tem investido nos últimos anos também na moda feminina. Ele destacou que “os homens são mais clássicos, a coleção não muda tanto e quando eles gostam de determinada peça compram várias iguais para ter como substituí-la. Já as mulheres buscam sempre por novidades e compram no impulso”.